Todo dia, ao sair de casa para trabalho ou estudo, é hábito sempre pegar o mesmo caminho, passar pelos mesmos lugares e, se possível, estacionar na mesma vaga. Uma rotina comum, que quando quebrada nos faz sentir perdidos e inseguros.
Mas... E se um dia, ao acordar, surgir a vontade de saber como seriam as coisas se fossem diferentes? Então vem o desejo de fazer algo novo, inesperado, algo que acrescente um capítulo nas páginas do nosso livro pessoal, uma história que valha ser lembrada e contada.
Às vezes, se espera que essa coisa nova venha e vire nossa vida de pernas pro ar, nos faça perder o rumo e bagunce a verdade que conhecemos. De fato, às vezes, isso acontece. Mas aguardar que isto aconteça se torna perigoso quando deixamos os pequenos prazeres nos escapar, coisas simples que vistas sob uma nova perspectiva, toma um rumo diferente daquele que estávamos acostumados.
Como um lugar que se passa todo dia e perceber que a árvore caída que bloqueia seu caminho, floria o ano inteiro e você nunca viu a cor de suas flores. Ou como escutar uma mesma música todo o dia e não saber que a letra diz exatamente o que você sente, mesmo você a sabendo cantar.
Quando percebemos estes detalhes, percebemos estas coisas que mesmo estando sempre lá, nunca perdem o encanto ou a beleza, quando nossos olhos se abrem para observar e admirar, o mundo muda, mesmo que continue o mesmo.
Demorei para perceber, mesmo que pense que nunca é tarde demais para isto.
Mas... E se um dia, ao acordar, surgir a vontade de saber como seriam as coisas se fossem diferentes? Então vem o desejo de fazer algo novo, inesperado, algo que acrescente um capítulo nas páginas do nosso livro pessoal, uma história que valha ser lembrada e contada.
Às vezes, se espera que essa coisa nova venha e vire nossa vida de pernas pro ar, nos faça perder o rumo e bagunce a verdade que conhecemos. De fato, às vezes, isso acontece. Mas aguardar que isto aconteça se torna perigoso quando deixamos os pequenos prazeres nos escapar, coisas simples que vistas sob uma nova perspectiva, toma um rumo diferente daquele que estávamos acostumados.
Como um lugar que se passa todo dia e perceber que a árvore caída que bloqueia seu caminho, floria o ano inteiro e você nunca viu a cor de suas flores. Ou como escutar uma mesma música todo o dia e não saber que a letra diz exatamente o que você sente, mesmo você a sabendo cantar.
Quando percebemos estes detalhes, percebemos estas coisas que mesmo estando sempre lá, nunca perdem o encanto ou a beleza, quando nossos olhos se abrem para observar e admirar, o mundo muda, mesmo que continue o mesmo.
Demorei para perceber, mesmo que pense que nunca é tarde demais para isto.
Era um dia de inverno.
Um dia que o sol brilhava forte e a temperatura estava agradável. Um daqueles dias que ficar em casa parece te sufocar, além de ser um enorme desperdício.
Calçando um tênis confortável, eu saio a caminhar sem rumo, sem destino. Meus pés me levaram para um lugar que embora eu já conhecesse, me era totalmente novo.
O local, pasmem, era o meu trabalho. Talvez tenha sido força do hábito, mas o fato é que eu trabalho num parque ecoturistico, embora nada tenha a ver meu trabalho com isto, apenas o prédio fica dentro do parque.Mesmo passando por aquele enorme jardim e vendo as araucárias da janela de minha sala, a beleza que hoje se abre aos meus olhos, passava despercebida.
O mesmo caminho, as mesmas flores enfeitando esse caminho pareciam ter novas cores, uma nova textura. O prédio na entrada agora parecia imponente, contando séculos de história.
Mesmo não estando sozinha, eu podia ouvir o barulho do vento, o farfalhar das folhas. Eu ouvia vozes alegres, risos. Via pessoas caminhando lentamente, desfrutando da paisagem, em vez de passos rápidos e pessoas casbibaixas. Eu vi crianças, jovens e idosos usando roupas coloridas, moletons, agasalhos, em vez dos costumentos ternos cinzas e pretos.
Pipas das mais diversas formas enfeitavam o céu, bolas das mais diversas cores rolavam na grama.
Para os que estavam ali, era mais um dia de lazer no fim de semana, mas eu vi um mundo novo se abrindo aos meus olhos, eu vi o que me passou despercebido por meses. Eu vi a beleza e a alegria.
Admirada com minha nova descoberta, eu fiz algo que nunca me passou na mente fazer: tirei uma foto.
Um dia que o sol brilhava forte e a temperatura estava agradável. Um daqueles dias que ficar em casa parece te sufocar, além de ser um enorme desperdício.
Calçando um tênis confortável, eu saio a caminhar sem rumo, sem destino. Meus pés me levaram para um lugar que embora eu já conhecesse, me era totalmente novo.
O local, pasmem, era o meu trabalho. Talvez tenha sido força do hábito, mas o fato é que eu trabalho num parque ecoturistico, embora nada tenha a ver meu trabalho com isto, apenas o prédio fica dentro do parque.Mesmo passando por aquele enorme jardim e vendo as araucárias da janela de minha sala, a beleza que hoje se abre aos meus olhos, passava despercebida.
O mesmo caminho, as mesmas flores enfeitando esse caminho pareciam ter novas cores, uma nova textura. O prédio na entrada agora parecia imponente, contando séculos de história.
Mesmo não estando sozinha, eu podia ouvir o barulho do vento, o farfalhar das folhas. Eu ouvia vozes alegres, risos. Via pessoas caminhando lentamente, desfrutando da paisagem, em vez de passos rápidos e pessoas casbibaixas. Eu vi crianças, jovens e idosos usando roupas coloridas, moletons, agasalhos, em vez dos costumentos ternos cinzas e pretos.
Pipas das mais diversas formas enfeitavam o céu, bolas das mais diversas cores rolavam na grama.
Para os que estavam ali, era mais um dia de lazer no fim de semana, mas eu vi um mundo novo se abrindo aos meus olhos, eu vi o que me passou despercebido por meses. Eu vi a beleza e a alegria.
Admirada com minha nova descoberta, eu fiz algo que nunca me passou na mente fazer: tirei uma foto.